Chesterton, com sua pena afiada e riso gordo, transforma a defesa da ortodoxia cristã em uma aventura épica que desmascara o tédio mortal do modernismo esquerdista. Ortodoxia é o livro onde ele narra como descobriu o cristianismo não por tradição conformista, mas por pura lógica e imaginação: prova que a fé não é prisão, mas a chave para a liberdade real, enquanto as “rebeldias” progressistas (ateísmo, materialismo, igualitarismo forçado) são as verdadeiras cadeias que transformam jovens em conformistas sem graça, repetindo clichês de Marx e Freud. No Brasil de hoje, isso explica por que tantos saem da adolescência odiando a tradição, abraçando modinhas ideológicas que prometem “libertação” mas entregam miséria moral e confusão existencial. Para pais em combate contra um ambiente que pinta a ortodoxia como “atrasada” e o relativismo como “moderno”, esse clássico é arma de precisão: ensina a valorizar o paradoxo cristão, a beleza da doutrina eterna e a alegria na verdade contra o cinismo niilista que envenena mentes jovens. Sem ele, seus filhos caem na armadilha do “progresso” que Chesterton ridiculariza — viram mais um rebelde sem causa, vazio por dentro. A guerra cultural é feroz; Chesterton nos dá o humor e a profundidade para vencer com estilo.
Ortodoxia – G.K. Chesterton
Obra genial de ironia e paradoxo que defende o cristianismo como a aventura mais louca e verdadeira contra o modernismo vazio; muito citado no círculo olavista para combater o progressismo que seduz jovens com “novidades” relativistas.





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