No Brasil onde crianças do fundamental são aterrorizadas com “o planeta morrendo em 10 anos”, forçadas a marchas ecológicas e culpadas por existirem, Apocalypse Never de Michael Shellenberger é o tapa na cara que a esquerda ambientalista merece. Shellenberger, que lutou por décadas pelo verde, revela com dados e fúria que o alarmismo não salva o planeta — ele destrói economias pobres, impede energia barata para os necessitados e transforma jovens em ansiosos depressivos, cheios de culpa coletiva e prontos para abraçar qualquer solução totalitária “verde” que a ONU ou o PT empurrem goela abaixo. É a explicação perfeita para por que tantos garotos saem da escola odiando humanidade, achando que carne, aviões e crescimento são pecados mortais, enquanto o verdadeiro problema (poluição real em favelas, saneamento zero) é ignorado em nome de narrativas apocalípticas. Para novos pais que veem filhos voltando da escola chorando pelo “fim do mundo” ou participando de greves climáticas mirins orquestradas por professores militantes, esse livro é arma de defesa imediata: fornece fatos científicos e argumentos racionais para rebater desde o berçário o veneno do alarmismo que infiltra livros didáticos, desenhos animados e campanhas estatais. Sem ele, você assiste passivo enquanto seus filhos são transformados em eco-zumbis conformistas, incapazes de pensar além do pânico ideológico. Estamos em guerra pela sanidade mental da juventude; Shellenberger entrega as balas para desmascarar o apocalipse fake e educar filhos realistas e livres.
Apocalypse Never: Por Que o Alarmismo Ambiental Prejudica a Todos – Michael Shellenberger
Ex-ambientalista radical vira crítico do alarmismo verde; desmascara como o pânico climático exagerado (promovido por ONGs, mídia e escolas) prejudica pobres, desenvolvimento e o próprio meio ambiente — perfeito para combater a doutrinação eco-militante que começa no primário brasileiro.





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